Associação Vale d’Ouro quer saber se há acordo total em relação à reabertura da Linha do Douro

A Estação de Barca d’Alva está desativada desde 1988

A Associação Vale d’Ouro quer que os ministérios das Infraestruturas e da Coesão Territorial esclareçam a posição de uma das entidades que integra o Grupo de Trabalho para a Reabertura da Linha do Douro entre Pocinho e Barca d’Alva.

Em causa está uma recente manifestação de apoio do atual vice-presidente da Infraestruturas de Portugal num texto sobre a Linha do Douro. Considerou que existe um excesso de “tempo de antena” dado a uma linha cujo “traçado torna muito difícil criar serviços que sejam atrativos para lá do nicho do turismo ferroviário”. 

A manifestação de apoio ocorreu numa rede social de natureza profissional e, Luís Almeida, presidente da Associação Vale d’Douro, refere que é preciso esclarecer a posição de todos os intervenientes do Grupo de Trabalho para a Reabertura da Linha até Barca d’Alva:

Luís Almeida mostra-se ainda preocupado com os atrasos nas obras de eletrificação da linha do douro entre Marco de Canaveses e Peso da Régua e Régua Pocinho, por isso aproveitou a missiva enviada aos ministérios para questionar sobre o estado da obra:

A Associação Vale D’Douro espera agora pela resposta do ministro Pedro Nuno Santos e da ministra Ana Abrunhosa. 

A reabertura da Linha do Douro entre Pocinho e Barca d’Alva, com ligação a Salamanca, foi aprovada pela Assembleia da República na sequência da petição da Liga dos Amigos do Douro Património Mundial que reuniu 14 mil assinaturas.

No passado mês de maio foi constituído o grupo de trabalho que em 14 meses terá que concluir os estudos que sejam necessários para que o comboio volte a circular entre Pocinho e Barca d’Alva.

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *