Pastoreio com garranos pode ajudar a prevenir incêndios florestais

Experiência da UTAD em Vila Real inclui garranos | Foto: Eduardo Pinto


O pastoreio com garranos pode ajudar a controlar vegetação e prevenir incêndios. É o que pretende provar um projeto inovador desenvolvido pela Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro, em Vila Real.

Também visa implementar uma estratégia sustentável do ponto de vista socioeconómico.

Três garranos, o Branco, o Joker e o Buteco são minhotos, vindos dos Gerês, e estão a viver por alguns meses no sopé do Marão, na zona de Aveção do Cabo, na Campeã, Vila Real.

Garranos são uma espécie de cavalos pequenos, robustos e peludos. Ocupam uma área baldia de três hectares queimada propositadamente antes de os lá terem instalado. 

Filipa Torres-Manso, responsável pela experiência da UTAD, incluída no projeto europeu “Open2preserve”, explica o que se provar no final da mesma:

Ao mesmo tempo, também se pretende valorizar e aumentar a atividade pastoril com garranos, nomeadamente em territórios de montanha, acrescenta Rui Pinto, bolseiro de investigação também envolvido nesta experiência:

Ana Sofia Santos, investigadora em Ciência Animal, anda empenhada em perceber o comportamento alimentar dos garranos. A resposta chegará por meio das fezes:

Investigadores da UTAD estão envolvidos num projeto que pretende demonstrar que o pastoreio com garranos pode ajudar a controlar a vegetação e prevenir incêndios.

Um projeto inovador que também visa implementar uma estratégia sustentável do ponto de vista socioeconómico, nomeadamente através da valorização e aumento da atividade pastoril com garranos em territórios de montanha e mais despovoados.

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