Vândalos de gravuras do Côa podem ser condenados entre dois e oito anos de cadeia

Inscrições feitas pelos dois vândalos na rocha do “Homem de Piscos”


O Ministério Público da Guarda deduziu acusação contra dois indivíduos de Torre de Moncorvo que, durante um passeio de bicicleta, vandalizaram um painel de arte rupestre no Parque Arqueológico do Vale do Côa, em Vila Nova de Foz Côa.

A página oficial da Procuradoria-Geral Distrital de Coimbra explica que os dois arguidos são acusados de um crime de “dano qualificado”, que pode ser punido com “pena de prisão de dois a oito anos”.

Aos dois indivíduos poderá ainda ser pedida uma indemnização de 125 mil para o “pagamento de valores de reparação das rochas e perda de receitas”.

Os factos remontam a 25 de abril de 2017.

Segundo a Polícia Judiciária, os suspeitos foram considerandos responsáveis pela produção de dois desenhos e uma inscrição legendária sobre o Painel Central de Arte Rupestre da Ribeira de Piscos, vulgarmente conhecida pela representação do ‘Homem de Piscos’, o qual está classificado como monumento nacional e como património mundial pela UNESCO.

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